A nossa SELECCAO NACIONAL triumfou em Malta por 4 golos sem resposta. QUIM não teve nada a fazer durante todo o jogo sou num cruzamento teve de se aplicar. QUIM e a SELECCAO NACIONAL começam a qualificação para o mundial 2010 sem golos sofridos.
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O jogo mais tranquilo de Quim: «Nós é que tornámos as coisas fáceis»
Se a vitória em Malta serviu para testar a solidez competitiva da selecção, já para o guarda-redes titular, Quim, o teste ficou adiado para quarta-feira. Isto porque a selecção de Malta pura e simplesmente não conseguiu chegar à baliza de Portugal, dando ao internacional português uma das noites mais tranquilas da sua carreira: «Sinceramente não me lembro de ter tido um jogo com tão pouco trabalho. Então na Selecção é muito difícil apanhar jogos assim», referiu, fazendo um esforço de memória.
Quim salienta o mérito de toda a equipa para que o jogo no Ta Qali fosse invulgarmente sossegado: «É preciso ver que nós é que tornámos as coisas fáceis, o jogo até podia ser mais complicado. O contra-ataque era o ponto forte deles, mas anulámos perfeitamente os seus argumentos e criámos muitas oportunidades. Marcámos quatro golos e ainda ficaram mais alguns por marcar», lembrou salientando que nessas condições o guarda-redes tem de manter a atenção desperta, mesmo quando os adversários não os obrigam a suar: «É ingrato, mas o futebol é mesmo assim, temos de jogar sempre concentrados», conclui.
A situação no grupo, depois da primeira jornada, reforça o optimismo antes da visita da Dinamarca, mas Quim opta por uma abordagem mais contida: «Não foi um início nada mau, e o resultado foi bom para o nosso próximo jogo. Já os empates dos nossos adversários não contam, temos de preocupar-nos só conosco. Se formos vencendo sempre os nossos jogos não temos de estar a pensar no que fazem os outros.»
Voltando a ser titular num jogo oficial da Selecção, algo que nunca tinha acontecido na era-Scolari (antes, já o tinha sido com Humberto Coelho e com António Oliveira), Quim recusa no entanto a ideia de ter passado a ser o dono da camisola número 1 de Portugal: «Não me sinto o número um, sinto-me como mais um que pode ajudar a equipa», concluiu.