V.Guimarães 1-2 BENFICA

 V.Guimarães 1-2 BENFICA
O BENFICA triumfo em Guimarães no jogo 300 do senhor da baliza encarnada, QUIM. A equipa da Luz ascende assim ao segundo lugar. QUIM que completou esta marca historica pessoal, não teve muito trabalho neste jogo. A destacar uma grande defesa aos ~54-55 minutos. Ainda podemos destacar alguns pontos fortes deste jogo para o guarda-redes <<encarnado>>: - jogava frente ao treinador que o lançou pela primeira vez (em Setubal)
- jogava no campo onde viu partir um colega de equipa (Miklos Féher)
- viu o BENFICA marcar o seu golo 5000 no campeonato profissional de Portugal (Liga Sagres)

P
ARABENS QUIM

Maisfutebol:

Quim no 30 jogo: «Benfica está melhor que nos outros ano

Q
uim, guarda-redes do Benfica, completou o seu 300º jogo com uma vitória em Guimarães, na 7ª jornada da Liga 2008/09:

«Foi pena o golo sofrido, mas o principal objectivo era vencer e foi concretizado num campo muito difícil, com menos um elemento durante 45 minutos. Foi um jogo importante, em que demonstrámos ter grande espírito, e só assim podemos ir o mais longe possível. Era importante ganhar, mas o Benfica tem de ganhar todos os jogos. Esse é o principal objectivo. O Guimarães costuma ser um campo difícil, a jogar com 10 ainda mais difícil ficou. O espírito de sacrifício foi importante. Se queremos ser campeões assim podemos chegar lá.»

F
alando da vantagem sobre os outros «grande: «Penso que o Benfica esmelhor que nos outros anos. Não podemos olhar para os outros. A realidade é que o F.C. Porto tem sido campeão, e os resultados o lhes estão a sair bem. Não nos podemos preocupar com o F.C. Porto, mas sim connosco e em vencer os nossos jogos.»

E
ste grupo do Benfica é mais unido?: «Não digo que seja o mais unido, mas é grupo unido, com jogadores de grande qualidade. Não jogam os nomes mas sim o grupo e demonstrámos isso hoje. Durante os anos que aqui estou o Benfica tem tido grandes balneários e este é mais um.»

É
o melhor plantel do Benfica, nos últimos anos? «É um grande plantel, não digo que seja o melhor. Se formos campes, que é o principal objectivo, aí podemos dizer que é o melhor. Temos grandes jogadores e só todos juntos podemos ficar em primeiro lugar.»
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# Posté le mercredi 05 novembre 2008 11:36

IN O RECORD ONLINE

Quim vê FC Porto pior e Sporting a crescer
GUARDIÃO BENFIQUISTA ANALISA PRINCIPAIS RIVAIS
R – O FC Porto está pior do que na época passada?
Q - Pelo que temos visto, e em termos de resultados, sim. Em termos de futebol, sinto também que não está a render aquilo que rendeu em anos anteriores. Mas há alturas em que as coisas correm mal, noutras correm bem. São fases com que todas as equipas têm de lidar.

R – E o Sporting, sente também que está pior do que o ano passado?
Q – Não. Os últimos resultados não lhe foram favoráveis, mas é uma equipa em crescimento, com qualidade.

R – Está pois aberta uma janela de oportunidade para o Benfica?
Q – Temos de saber aproveitar estes momentos.

R – Mas é o Benfica que está melhor ou os outros que estão piores?
Q – Claramente o Benfica está melhor, mas não é à custa dos outros. Temos um grupo unido e com jogadores de grande qualidade.

Um rapaz da aldeia

R – Sente-se só na baliza?
Q – Sinto-me pequeno... [risos] É um lugar crítico. O guarda-redes pode estar a fazer uma exibição excepcional, mas se tiver um erro é dele que as pessoas se vão lembrar.

R – É como os árbitros?
Q – Exactamente.

R – É um homem discreto, tímido?
Q – Já fui mais.

R – Notou-se ao longo desta conversa, até algum nervosismo...
Q – Não me sinto à vontade. Sabe, sou um rapaz da aldeia que antes de vir para Lisboa nunca tinha saído da minha terra. Com estes anos de Benfica, fui obrigado a ser mais aberto.

R – O que o faz rir?
Q – As brincadeiras dos meus filhos.


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Quim: «Parecia que eu era o pai deles todos...»
GUARDA-REDES E A SELECÇÃO NACIONAL

R – Este ano, tinha a certeza de que ia ser titular no arranque do Mundial?
Q – Tinha a esperança, não tinha a certeza. A lesão no último remate, do último treino, foi uma grande infelicidade. Só no dia seguinte e que fiquei com a certeza de que tinha acontecido o pior.

R – Está convencido que vai ser titular na selecção por muito tempo?
Q – Não me sinto titular da Selecção. Sou mais um para ajudar. O meu primeiro objectivo é jogar no Benfica. Jogar e jogar bem para depois ser convocado para a selecção. Aí, é trabalhar para ser opção. Felizmente, tenho sido eu o escolhido e tenho naturalmente vontade de continuar a jogar.

R – Vê o Ricardo como um fantasma?
Q – Não. Quando fui convocado no início estava lá o Vítor [Baía]. Ele depois saiu e eu fiz metade do apuramento para o Europeu. Só então entrou o Ricardo. Agora sou eu que jogo. O Ricardo é um bom colega, sempre o foi.

R – O apuramento para o Mundial está complicado.
Q – Está muito complicado. Temos de ganhar todos os jogos, mas temos esperança e qualidade. Um Mundial não está ao alcance de todos. Para mim e para outros pode ser o último campeonato que podemos estar presentes. É preciso ver que houve jogadores importantes que abandonaram a selecção e neste arranque faltaram, por lesão, os jogadores mais experientes. Por exemplo, a média de idades da selecção no jogo com a Albânia foi das mais baixas de sempre. Parecia que eu era o pai deles todos... Ora tudo isso complicou.

R – Foi um grande choque tal é a diferença de personalidades de Scolari e Queiroz?
Q – Não acusámos nada. Cada treinador tem a sua maneira de trabalhar e pensar. São dois técnicos muito diferentes.

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Quim: «Estou no melhor momento da minha carreira»
GUARDIÃO BENFIQUISTA NUMA RARA ENTREVISTA


RECORD – 300 jogos, quase 33 anos, quando olha para trás sente que já chegou ao ponto mais alto da sua carreira?
QUIM – Tenho a felicidade de estar a completar 300 jogos na I Liga, é importante, mas continuarei a trabalhar da mesma forma. Que venham muito mais. Não quer dizer que já conquistei tudo. Ainda tenho muito para ganhar, sobretudo títulos.

R – Estes 300 jogos coincidem com o seu melhor momento de sempre?
Q – Sim. É fruto de um trabalho longo. Para se estar bem, é preciso jogar. Felizmente isso tem acontecido. E com essa confiança dos treinadores posso de facto dizer que estou no melhor momento da minha carreira.

R – Ainda se lembra do primeiro jogo?
Q – Lembro-me que foi em Setúbal. Na véspera tinha feito um jogo pelos juniores e fui chamado em cima da hora, creio porque o titular estava lesionado. Era miúdo, nem me lembro se a crítica foi ou não positiva. Sei é que não sofri golos!

R – Recorda algum golo que gostava de ter evitado?
Q – Todos! [risos] Todos os golos têm sabor amargo. Trabalho para sofrer o menos possível.

R – Um momento muito especial que o tenha marcado?
Q – A vinda para o Benfica. Tinha 28 anos, aconteceu quando foi possível.

R – Estuda os adversários antes dos jogos, especialmente aqueles que podem criar perigo para a sua baliza?
Q – Na Liga portuguesa, vamos conhecendo os jogadores. O mais complicado é nos jogos internacionais e aí é preciso ver vídeos para identificarmos algumas características.

R – Gosta de fazer defesas para a fotografia?
Q – Gosto de fazer defesas. Ponto. Não procuro passar a imagem do espectacular.

R – Quique disse que Leo, aos 33 anos, ainda tinha coisas para aprender. É também o seu caso?
Q – Estamos sempre a aprender. Como disse, estou no auge da minha carreira, da minha forma. Quem sabe se aos 35 anos não estarei ainda melhor? O meu objectivo é melhorar em cada treino, em cada jogo.

R – Um dos aspectos que mais se critica na sua forma de defender é a menor eficácia fora dos postes. É isso que tem de melhorar?
Q – Não só. Em todos os aspectos preciso e devo melhorar. Não percebo porque se faz essa crítica.

R – Não se revê nela?
Q – A crítica não me incomoda. Mais do que ninguém, eu próprio me critico. Sei quando erro. Agora, não me parece que os cruzamentos sejam o meu ponto fraco.

R – Disse que pretendia jogar até aos 38 anos. Para ser no Benfica, precisa de renovar contrato.
Q – Não sei o meu futuro. Tenho mais ano e meio de contrato com o Benfica. Os 38 anos são uma idade em que antevejo estar ainda em perfeitas condições. O objectivo seria terminar a carreira aqui no Benfica, para mim o maior clube português e que me ajudou imenso.

R – Já conversaram sobre a renovação?
Q – Não. O ano passado, por esta altura, renovei por mais uma época.

R – Nunca teve a atracção pelo estrangeiro?
Q – Não. Tive a oportunidade, quando estava em Braga, de dar o salto, mas sempre disse que para ir para fora teria de ser para uma situação melhor do ponto de vista financeiro e familiar. Das propostas que tive, achei que nenhuma delas me poderia compensar devidamente.

R – Noutros anos, o Benfica contratou guarda-redes. Moretto, Butt foram os últimos. Este ano, nenhum cara nova. Entendeu isso como um sinal de confiança?
Q – Sem dúvida. Desde que estou no Benfica, tem vindo sempre um novo. Ao não contratar nenhum, confiou em mim e no Moreira. É sempre bom sentir o apoio dos dirigentes.

R – Como se vive a concorrência na baliza do Benfica. Dão conselhos uns aos outros, fazem reparos?
Q – Ao contrário do que há uns tempos foi passado para o exterior, dizendo que eu e o Moretto e até outros guarda-redes não se davam bem, é preciso referir que todos procuram fazer o seu melhor em prol do Benfica. Damo-nos todos bem e ajudamo-nos uns aos outros. É claro que é difícil para quem fica de fora, mas treinam como se fossem jogar. E isso é fundamental até para mim porque me obrigam a trabalhar mais.

R – Quando Moretto chegou à Luz e você passou de titular para o banco, não se sentiu injustiçado?
Q – Foi uma das piores situações da minha carreira – a seguir à questão do anti-doping. Trocar o lugar de titular pelo banco depois de até ter jogado com algum sacrifício físico e o Moretto ter chegado quatro dias antes, foi extremamente difícil aceitar e entender. Sai sem mais nem menos.

R – O Koeman é uma pessoa com a qual não gostaria de voltar a cruzar-se?
Q – Pois, é o único treinador que não gostaria de voltar a ter.

R – Disse que o Benfica tem de ser uma equipa mais madura. Quando se olha para os jogadores vê-se gente experiente. Onde quis chegar?
Q – O que pretendo dizer é que há fases do jogo onde a equipa se balança em demasia para a frente. Por exemplo: estamos a ganhar 1-0 e não podemos atacar com 6 ou 7 jogadores. Há momentos, em que é preciso “parar” e sentir o pulso do jogo para fazer o mais adequado sem correr riscos desnecessários. Obviamente, temos uma grande equipa. Não é isso que está em causa.

R – É a melhor dos últimos 5 anos?
Q – Sim, é uma equipa com jogadores com grande qualidade reconhecidos internacionalmente. Noutros anos, o Benfica contratou jogadores que não tinham aquela dimensão. Melhor de tudo, este ano juntámos bons jogadores e um bom grupo.

R – O Benfica poderá sentir a falta de Rui Costa precisamente para marcar os ritmos certos da equipa durante o jogo?
Q – Porque não? Era um jogador experiente que nestas fases do jogo sabia exactamente o que fazer. Para mim, o Rui ainda poderia estar a jogar este ano. Mas estamos a crescer e iremos melhorar.

R – Como acolheram a transição de Rui Costa de jogador para director?
Q – Continua diariamente connosco só que não treina. Ajuda-nos à mesma, conhece os jogadores melhor do que ninguém e tem desempenhado um papel importantíssimo.

R – Ao longo dos anos sempre se ouviu dizer que o Benfica não dá tempo aos seus jogadores e aos seus treinadores. Quique introduziu uma nuance que Vieira seguiu. É preciso dar tempo ao tempo, dizem ambos. Sentem de facto que podem trabalhar com mais tranquilidade?
Q – Quando cheguei não tive esse tempo. Jogava e era assobiado. Um erro e já não tinha segunda oportunidade. Hoje, as pessoas têm de facto outra perspectiva. É importante, até pela juventude que temos no plantel e que precisa para crescer.

R – O Benfica é candidato a vencer a Taça UEFA?
Q – É candidato a ganhar jogo a jogo. O próximo é que é importante. Temos de pensar assim. Por isso, queremos é conseguir um bom resultado em Guimarães e só depois pensaremos no Galatasaray, sendo óbvio que uma vitória será um passo importante para as nossas aspirações.

R – O que é que Quique trouxe de novo?
Q – É um treinador jovem mas já experiente e que nos tem ajudado imenso.

R – É mais fácil a empatia de um grupo com um treinador mais próximo das suas idades?
Q – Não sei se será por causa disso. A minha relação é igual com todos os treinadores.

R – Hoje reencontra-se com o treinador que o lançou. Tem uma relação especial com Manuel Cajuda?
Q – Claro, o mister ficará sempre guardado na minha memória. Foi o meu primeiro treinador, o que me lançou e o que mais me ajudou e com quem mais trabalhei. Conhece-me muito bem e só lhe posso estar grato por tudo o que fez por mim e até por aquilo que me tem dito ao longo dos anos. Apoiou-me sempre em todas as situações.

R – É um dos sobrinhos do “tio” Cajuda...
Q – Pode dizer-se que sim. Ele próprio o diz. Agora, que seja eu ganhar o jogo.

R – Lembra-se de algum episódio que tenha acontecido?
Q – Vários, mas tenho um sempre na memória. Toda a gente diz que o meu problema é ser baixo. O que não é verdade, mas enfim... Um dia, ainda muito no início da minha carreira, e porque eu tinha o hábito de treinar com calças de fato de treino, Cajuda disse-me para tirá-las, pois, dizia ele, era por isso que ficavam com a ideia que eu era baixo. Sinceramente, não estava habituado a jogar de calções, mas lá obedeci. A verdade é que ainda hoje acham que sou baixo... Não sei porquê. Tenho 1,84m. O Baía tinha quanto? 1,85? 1,86? Será que por um centímetro já se é assim tão baixo?

R – Tem sido um homem de azar na selecção. O doping em 2002, a lesão em 2008. Como convive com esta malapata?
Q – Tenho de viver com ela. Ainda hoje não sei como é que o controlo acusou positivo. Tenho a consciência tranquila, pois nada tomei.

R – Foi uma fase difícil, com um rótulo muito desagradável...
Q – Foi terrível. Ponham-se no meu lugar. Ter a certeza de que nada tomei que pudesse originar uma situação daquelas e cair-me tudo em cima. Felizmente, ultrapassei essa fase mas ainda hoje fico com um certo receio. Sei lá se não me acontecesse a mesma coisa?!

R – Vai a medo ao controlo?
Q – É verdade, ainda hoje vou a medo.

R – Disse ter sido assobiado algumas vezes quando chegou à Luz. Hoje sente já ter conquistado o coração dos benfiquistas? Como tem convivido com a popularidade de Moreira?
Q – No início foi complicado. Ao assobiarem, os sócios estavam a assobiar contra eles próprios. Deveriam pensar que eu me sentiria mal com a situação e não renderia aquilo que estaria ao meu alcance. Já passou e as pessoas pensam de maneira diferente.

R – No campo, grita mais com quem?
Q – É um grito de alerta a quem está próximo e não a alguém em especial.

R – Os centrais são os que estão mais próximos. Qual a dupla que lhe inspirou maior confiança?
Q – Não sei. Os centrais têm uma posição tão complicada como os guarda-redes. Sempre nos ajudámos uns aos outros.

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# Posté le mardi 04 novembre 2008 11:33

Modifié le mercredi 05 novembre 2008 11:27

A não perder

A não perder uma entrevista do QUIM no jornal o Record.
 A não perder

# Posté le dimanche 02 novembre 2008 06:07

«Defrontar o Brasil é sempre especial» Quim

 «Defrontar o Brasil é sempre especial» – Quim
Quim não escondeu que defrontar o Brasil é «sempre especial» para os jogadores portugueses devido à excelente relação entre os dois países. O guardião tamm salienta que os particulares são importantes para «cimentar o espírito de grupo e metodologias do trabalho» de Carlos Queirós.

Defrontar o Brasil é sempre especial e um factor adicional de motivação para qualquer jogador. Esta partida com o Brasil constitui mais um momento de preparação da nossa Selecção, numa fase de transição, em que todas as partidas são importantes para cimentarmos o espírito de grupo e identificarmo-nos, cada vez mais, com as metodologias de trabalho do seleccionador Nacional», assegurou Quim.

O guarda-redes do Benfica não esconde o desejo de todo o grupo de Selecção Nacional: «O nosso objectivo é marcarmos presença no Mundial de 2010 e, por isso, todos os passos são importantes

Q
uim reconhece integrar a Selecção Nacional é um marco muito importante na carreira de qualquer jogador: «É sempre um orgulho representar a selecção e sempre que for chamado darei o meu melhor.»
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# Posté le samedi 01 novembre 2008 06:42

"Estou a viver uma boa fase na carreira" Em entrevista no JOGO

  "Estou a viver uma boa fase na carreira" Em entrevista no JOGO
Feliz pela marca que vai atingir ante o Guimarães, Quim destaca a regularidade para a chave do seu sucesso.

Vai c
ompletar 300 jogos na Liga. Como se sente?

É um
momento muito importante para mim. É uma marca difícil, poucos jogadores a alcançam e fico feliz, mas o importante é continuar a trabalhar da mesma forma e a dar o melhor de mim. Espero que sejam muitos mais.

É
titular do Benfica e da Selecção Nacional. Está no melhor momento da carreira?

Sem d
úvida que estou a atravessar uma boa fase na minha carreira. Estou a jogar no meu clube, o que é importante, e tenho jogado na Selecção Nacional. É o sonho de qualquer jogador e felizmente isso tem vindo a acontecer. É fruto do trabalho que tenho feito e deve-se à regularidade que tenho demonstrado.

N
uma altura em que completa esta marca, os momentos mais complicados também surgem na memória?

Uma
carreira tem bons e maus momentos. Felizmente, tenho tido muitos bons momentos e poucos maus. Mas quando surgem, tenho sabido levantar a cabeça e recuperar para uma nova etapa.

Lembra-se do melhor e do pior jogo que fez?

T
odos os jogos são importantes.o há nenhum que me recorde especialmente.

alguma defesa que o tenha marcado?

Todas as defesaso boas, sejam fáceis ou difíceis, porque ajudam a minha equipa a não sofrer golos.

S
endo uma pessoa discreta, é um jogador que não tem problemas em assumir os erros?

Mais do que ninguém, sei quando erro. Por isso, não me importo de assumir as responsabilidades quando sei que as tenho.

"N
omes não chegam para ganhar"

O Benfica investiu bastante no plantel este ano, contratando grandes jogadores. Quim mostra-se satisfeito por isso, mas avisa que é preciso mais. "Temos bons jogadores, nomes reconhecidos internacionalmente, mas os nomes não chegam para ganhar, tem de ser um plantel unido", atira, acrescentando: "Temos um bom balneário, pois todos remamos para o mesmo lado, o que tem sido importante. Estou numa grande equipa."

Ad
mitindo que houve jogos em que as águias "não estiveram muito bem", o camisola 12 salienta: "A equipa tem de crescer. Em algumas situações de jogo em que estamos em vantagem, temos de saber defender. Temos de ser uma equipa mais madura, mas temos trabalhado para ter maior regularidade."

Frisa
ndo que "todos os anos são ideais para o Benfica ser campeão", Quim não se preocupa com os momentos menos positivos de FC Porto e Sporting, e só pensa em vencer no próximo jogo, apesar de os encarnados defrontarem "um jogo complicado, pois o Guimarães tem uma boa equipa e um bom treinador".

Pr
eparado para a fase complicada que as águias vão enfrentar, o guardião desvaloriza o sofrimento causado pela Naval no jogo na Luz: "Tremendo ou não, o que interessa são os três pontos."

Fo
cado no clube da Luz

A r
ealizar a quinta temporada no Benfica, Quim prefere viver o presente, escusando-se a tecer grandes comenrios sobre a possibilidade de representar outro grande de Portugal durante a sua carreira. "Neste momento estou no Benfica, não sei do futuro. Estou no maior clube português", atira o internacional português, sublinhando, porém, o seu desejo em jogar por muitos mais anos: "Tenho 32 anos, estou a pouco tempo de fazer 33, mas o meu objectivo é jogar até aos 38."

R
eencontro com Cajuda

Qu
is o destino que o camisola 12 reencontrasse Manuel Cajuda, técnico que o lançou no primeiro escao, no jogo 300 na Liga. Satisfeito por completar esse feito ante um treinador tão especial, Quim sublinha, porém: "Fico feliz que esteja num grande clube e desejo que continue bem, mas neste jogo espero que possa perder."

Conf
iança do banco

A
completar a 15.ª temporada no principal escalão do futebol português, Quim explica que a sua marca também se deve ao papel dos técnicos: "O meu bom momento também se deve à confiança que tenho vindo a ter dos meus treinadores, pois tenho jogado regularmente, o que é importante para mim."

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# Posté le vendredi 31 octobre 2008 09:08